A intradermoterapia consiste em um procedimento minimamente invasivo, conhecido como aplicação de enzimas lipolíticas direto no tecido adiposo. Normalmente é aplicado para tratamento de gorduras, estrias e até mesmo queda de cabelo.

Segundo a biomédica esteta, Dandara Almeida, os resultados podem ser observados desde a primeira sessão e podem ser associados com outros tratamentos. Alimentação saudável e atividade física são primordiais para resultados mais rápidos e potencializados.

“Elas vão agir aumentando o metabolismo local, fazendo o rompimento dos adipócitos e liberando o seu conteúdo no meio intersticial, ao mesmo tempo, outras enzimas associadas na mesma aplicação, irão estimular a eliminação dessas substâncias através da corrente sanguínea e fígado. É uma eliminação eficiente e segura, sem danos aos órgãos e glândulas”, explica Dandara

Além das enzimas lipolíticas para gordura localizada, o procedimento conta com enzimas para disfunções mais específicas como flacidez, que ajuda a estimular a produção de colágeno e melhorar a firmeza da pele.

“Celulites que irão intensificar o rompimento da gordura e estimular a eliminação de líquidos na região. Estrias que irão estimular a produção de fibras elásticas e colágeno. Capilares que irão estimular a oxigenação e nutrição do folículo e para a papada, onde é aplicado uma enzima lipolítica específica para a gordura dessa região delicada”, ressalta a biomédica.

Profissionais que podem fazer

O procedimento pode ser realizado somente por médicos, biomédicos, farmacêuticos e enfermeiros, devidamente habilitados em estética.

Contraindicações

A intradermoterapia é contraindicada aos pacientes cardíacos não controlados, com problemas hepáticos, renais e disfunções da tireóide. Pessoas alérgicas as substâncias aplicadas também são contraindicadas.

(DOL)

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