As tradições religiosas possuem uma força capaz de atravessar séculos, mantendo-se vivas no imaginário das comunidades que buscam renovar sua esperança a cada ciclo. Entre essas celebrações, o período que envolve a morte e o renascimento da figura central do cristianismo destaca-se como um momento de profunda introspecção e reverência aos ensinamentos de sacrifício deixados por Jesus Cristo.
A Semana Santa representa um dos períodos mais respeitados do cristianismo, marcando o intervalo que se inicia no Domingo de Ramos e termina na Páscoa.
Segundo o portal Vatican News, canal oficial de comunicação da Santa Sé, este ciclo reafirma a autoridade da Igreja na preservação desse legado espiritual.
A trajetória é centrada em Jesus, o profeta judeu que viveu na Palestina no século 1 d.C. e que, segundo a fé cristã, veio à Terra para salvar a humanidade de seus pecados.
Dentro deste período, marcos como a Quinta-feira Santa relembram a última ceia com os apóstolos, enquanto a Sexta-feira Santa é dedicada à reflexão sobre a paixão e morte de Cristo na cruz.
O Sábado Santo é vivido como um dia de luto e preparação para a Vigília Pascal.
O ápice ocorre no Domingo de Páscoa, celebrando o momento em que, três dias após a crucificação ordenada por Pôncio Pilatos, o túmulo foi encontrado vazio por Maria Madalena e outros fiéis.
A data da comemoração é móvel e segue critérios estabelecidos no Concílio de Niceia, em 325 d.C..
A definição da Páscoa ocorre sempre no primeiro domingo após a primeira Lua cheia que sucede o equinócio de outono no Hemisfério Sul, o que permite que o feriado aconteça entre os dias 22 de março e 25 de abril.
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