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"BAD TRIP"

Grupo suspeito de vender ecstasy em festas no Pará é alvo de operação da PF

Seis pessoas já foram presas e mídias e documentos foram apreendidos.

terça-feira, 19/01/2021, 10:38 - Atualizado em 19/01/2021, 10:37 - Autor: Com informações da Polícia Federal


Oito mandados de busca e apreensão e prisão temporária deferidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Parauapebas, foram cumpridos hoje.
Oito mandados de busca e apreensão e prisão temporária deferidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Parauapebas, foram cumpridos hoje. | Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19), a operação “Bad Trip”, realizada no município de Parauapebas, no sudeste paraense, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que realizava o tráfico da droga sintética metilenodioximetanfetamina, conhecida popularmente como ecstasy.

Oito mandados de busca e apreensão e prisão temporária deferidos pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Parauapebas, foram cumpridos hoje. Seis pessoas já foram presas e mídias e documentos foram apreendidos.

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As investigações, segundo a PF, apuraram que todos os envolvidos atuavam de forma estável para obter e vender os entorpecentes sintéticos em festas “Rave”. Os investigados buscavam realizar e promover as festas eletrônicas, muito frequentadas por jovens e adolescentes em Parauapebas, onde eram feitas as vendas dos entorpecentes.

As investigações evoluíram para alcançar mais alvos após a Polícia Federal realizar a prisão em flagrante de três indivíduos no recebimento de correspondência junto aos Correios, no dia 12 de dezembro do ano passado, no exato momento em que recebiam 200 comprimidos de ecstasy.

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Os detidos serão encaminhados ao Sistema Prisional de Marabá. Com a conclusão das investigações os mesmos responderão pela prática de crime previsto no artigo 33 do código penal que é o tráfico ilícito de entorpecentes. As penas variam de cinco a 15 anos de reclusão, com aumento de um sexto a dois terços por se tratar de tráfico interestadual cumulado com penas de 3 a 10 anos de reclusão pelo delito de associação ao tráfico ilícito de entorpecentes.

A operação contou com a participação de 36 policiais federais. A operação “Bad Trip” faz referência a uma “viagem ruim”, sendo a expressão viagem utilizada pelos usuários em razão do efeito do entorpecente na sua utilização.

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