Liu Jiawei, uma universitária de 22 anos, terminou o namoro recentemente e não tem se sentido bem para socializar com outras pessoas. Mas, em vez de ficar “curtindo a fossa” em seu quarto, trancada, ela foi ao “Museu da Solidão”, onde os visitantes podem “contemplar” seu sofrimento.
A estudante leva seu urso de pelúcia e come sozinha em uma das 13 salas, que são abertas ao público que deseja acompanhar a agonia diária de quem é ou se sente solitário.
O museu interativo fica no centro de Pequim, na China. Em outro cômodo, uma jovem trabalha sozinha após o expediente, diante dos olhos de curiosos.

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As salas do museu reproduzem vários ambientes deste quarto de hospital a vagão de metrô.
Fang Fang, um dos curadores, diz que a ideia é ter um espaço onde os solitários possam relaxar e serem reconhecidos e aceitos socialmente.
Psicólogos acreditam que desventuras podem fazer bem para os solitários, mas críticos do museu argumentam que a prática pode agravar o quadro de solidão e até mesmo contagiar o visitante, deixando-os deprimidos.
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