plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 27°
cotação atual R$


home
CORONAVÍRUS

Variante sul-africana é resistente à vacina da Pfizer

O estudo israelense foi publicado neste sábado (10)

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Variante sul-africana é resistente à vacina da Pfizer camera Ampola da vacina Pfizer/BioNTech contra a covid-19 | Reprodução

A variante descoberta na África do Sul pode escapar da proteção fornecida pela vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19, concluiu um estudo em Israel.

O estudo, publicado neste sábado (10), comparou cerca de 400 pessoas que testaram positivo para o novo coronavírus, 14 dias ou mais após receberem uma ou duas doses do imunizante, contra o mesmo número de pacientes não vacinados contra o vírus.

Segundo a Universidade de Tel Aviv e a maior provedora de saúde do país, Clalit, a variante sul-africana, B.1.351, foi encontrada em cerca de 1% de todos os casos de Covid-19 entre as pessoas analisadas. Já entre pacientes que haviam recebido duas doses da vacina, a taxa de prevalência da variante foi oito vezes maior do que em quem não estava vacinado --5,4% contra 0,7%.

Para os pesquisadores, isso sugere que a vacina é menos eficaz contra a variante sul-africana, em comparação com o coronavírus original e a variante inicialmente identificada no Reino Unido, que representa quase todos os casos de Covid-19 em Israel.

Eles alertaram, no entanto, que o estudo teve uma amostra pequena de pessoas infectadas com a variante sul-africana em função de sua raridade em Israel.

Sobre a variante sul-africana, a Pfizer e a BioNTech disseram que, entre um grupo de 800 voluntários na África do Sul, onde a B.1.351 está amplamente disseminada, houve nove casos de Covid-19, todos entre participantes que receberam o placebo. Desses nove casos, seis eram entre indivíduos infectados com a variante sul-africana.

Alguns estudos anteriores indicaram que a vacina da Pfizer/BioNTech era menos potente contra a B.1.351 em comparação com outras variantes, mas ainda oferecia uma proteção robusta.

Embora os resultados do estudo possam preocupar, a baixa prevalência da variante sul-africana foi encorajadora, segundo Adi Stern, da Universidade de Tel Aviv.

“Mesmo que a variante da África do Sul quebre a proteção da vacina, ela não está disseminada de maneira generalizada pela população”, disse Stern, acrescentando que a variante britânica pode estar “bloqueando” a disseminação da sul-africana.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

tags

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Mundo Notícias

    Leia mais notícias de Mundo Notícias. Clique aqui!