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REFORÇO

Joe Biden recebe 3ª dose da vacina contra a Covid-19

Na ocasião, o presidente dos EUA fez um apelo para os mais de 70 milhões de norte-americanos que não foram atrás de suas doses

segunda-feira, 27/09/2021, 23:30 - Atualizado em 27/09/2021, 23:30 - Autor: Com informações do El Pais


Dose de reforço foi aplicada nesta segunda-feira (27)
Dose de reforço foi aplicada nesta segunda-feira (27) | Twitter @POTUS/President Biden

Se de um lado é possível testemunhar corridas e filas quilométricas nos postos de saúde de pessoas que buscam garantir sua primeira, segunda dose ou terceira dose da vacina contra o novo coronavírus para garantir a imunização ao máximo, do outro lado ainda assombra nos Estados Unidos o movimento dos “não vacinados” que, por inúmeros motivos, se recusam a receber a injeção.

Além dos mais diversos incentivos promovidos no país, seja oferecendo uma grana extra, bolsas universitárias, comida e bebida de graça ou corridas grátis em carros de aplicativos, há quem insista em tentar sensibilizar aqueles que estão nadando contra a “maré da vacinação”, como é o caso do presidente dos EUA, Joe Biden.

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Aos 78 anos, Biden recebeu nesta segunda-feira (27) a terceira dose da vacina contra o novo coronavírus, a Pfizer-BioNTech na Casa Branca, como parte do cronograma vacinal que atualmente está em vigor e que foi aprovado na semana passada pelas autoridades sanitárias do país.

Na ocasião, Biden fez um apelo para os mais de 70 milhões de norte-americanos que não foram atrás de suas doses e/ou que se enquadram nas recentes chamadas das autoridades de saúde. “Os reforços são importantes, mas o mais importante que devemos fazer é vacinar mais pessoas. Por favor, faça a coisa certa, receba essas vacinas. Pode salvar sua vida e a vida daqueles ao seu redor”, disse.

Assim como é realizada em outros países, a aplicação da terceira dose consiste em conter o aumento de infecções pela variante Delta, que possui uma carga viral de até 1,2 mil vezes maior do que as mutações anteriores. Essa dose reforço, porém, não é defendida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que se opôs veemente sob a justificativa de que não há dados que a aplicação poderá reforçar a imunidade de pessoas saudáveis e que já foram vacinadas contra a Covid-19.

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