Na madrugada de sábado (3), os Estados Unidos realizaram ataques em diversas regiões da Venezuela. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em suas redes sociais que capturou Nicolás Maduro e sua esposa em uma operação no país.
Após os ataques, a Venezuela declarou estado de emergência nacional, com explosões sendo registradas em Caracas. O governo venezuelano pediu à população que se mobilize diante da "agressão imperialista".
A Embaixada dos EUA em Bogotá alertou os cidadãos americanos para evitar viajar à Venezuela e as áreas fronteiriças com a Colômbia, o Brasil e a Guiana. As tensões aumentaram com a ofensiva militar dos EUA, que alega combater o tráfico internacional de drogas. Trump passou a focar em Maduro, acusado de liderar o Cartel de los Soles, recentemente classificado pelos EUA como uma organização terrorista internacional.
O governo venezuelano rejeitou o ataque, qualificando-o como uma "grave agressão militar". Em resposta, Maduro assinou um decreto que declara o Estado de Comoção Externa, implementando medidas para proteger a população e garantir a continuidade das instituições. O governo também convocou todas as forças sociais e políticas a se mobilizarem contra o ataque.
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Maduro determinou a ativação dos planos de defesa nacional e reforçou que todas as ações estão em conformidade com a Constituição da Venezuela e as leis de segurança nacional. Trump, por sua vez, afirmou que a operação foi realizada com apoio das forças de segurança dos EUA e prometeu uma coletiva de imprensa ainda hoje.
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