O deslocamento de autoridades sob escolta reforçada costuma ser um sinal claro de que não se trata de um dia comum nos corredores do poder. Em grandes centros como Nova York, esses movimentos ganham ainda mais simbolismo, sobretudo quando envolvem líderes políticos estrangeiros e acusações que extrapolam fronteiras, mobilizando a atenção internacional e o rigor do sistema judicial norte-americano.
O ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro foi transferido na manhã desta segunda-feira (5) de um presídio no Brooklyn para o Tribunal Distrital Federal de Manhattan, em Nova York, onde participa de uma audiência de custódia na Justiça Federal dos Estados Unidos. No processo, ele será formalmente informado das acusações de tráfico de drogas, narcoterrorismo e tráfico de armas, além de se manifestar sobre culpa ou inocência.
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Imagens divulgadas nas primeiras horas do dia mostram Maduro deixando o Centro de Detenção Metropolitano ao lado da esposa, Cilia Flores, em um comboio escoltado. Em seguida, o casal embarcou em um helicóptero, que sobrevoou brevemente a região até pousar em uma área portuária, de onde seguiu em carro blindado pelas ruas de Nova York.
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Todo o trajeto foi acompanhado por um forte esquema de segurança, com agentes federais e bloqueios pontuais, refletindo a dimensão política do caso, que já é tratado como um dos episódios mais sensíveis envolvendo a Justiça dos EUA e a crise internacional envolvendo a Venezuela.
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