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CONFLITO IRÃ X EUA

Irã ataca porta-aviões dos EUA e petroleiros no estreito de Hormuz

Teerã diz ter lançado mísseis contra o USS Abraham Lincoln; Washington afirma ter afundado navios iranianos. Escalada militar aumenta risco no Golfo Pérsico.

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Imagem ilustrativa da notícia Irã ataca porta-aviões dos EUA e petroleiros no estreito de Hormuz camera O governo iraniano afirmou ter lançado quatro mísseis contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln | Reprodução/US Navy

A guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel ganhou novos desdobramentos neste domingo (1º), com confrontos navais no Oriente Médio e incidentes no estratégico estreito de Hormuz, rota fundamental para o transporte global de petróleo.

O governo iraniano afirmou ter lançado quatro mísseis contra o porta-aviões USS Abraham Lincoln, que opera no mar Arábico, próximo a Omã. Segundo as forças armadas dos Estados Unidos, os projéteis não atingiram a embarcação.

O presidente Donald Trump declarou que tropas americanas atacaram instalações navais iranianas e afundaram nove embarcações do país, incluindo unidades de maior porte. As autoridades de Teerã não confirmaram oficialmente as perdas.

Conflito se espalha pelo estreito de Hormuz

Além do episódio envolvendo o porta-aviões, dois petroleiros foram atingidos na região do estreito de Hormuz. Um navio com bandeira de Palau sofreu danos próximo à costa de Omã, deixando tripulantes feridos e forçando evacuação.

Outro cargueiro, identificado como MKD Vyon, também foi atingido na mesma área, conforme dados divulgados pela plataforma de monitoramento marítimo Marine Traffic.

O estreito de Hormuz é considerado um dos pontos mais estratégicos do comércio global de energia. Com cerca de 40 quilômetros de largura em seu trecho mais estreito, concentra parte significativa das exportações de petróleo do Golfo Pérsico.

Navios ancoram e mercado reage

Diante da escalada, cerca de 150 petroleiros e embarcações de transporte de gás natural liquefeito permaneceram ancorados em águas territoriais da região antes de cruzar o estreito, segundo registros de rastreamento marítimo. Outras dezenas aguardam na costa de Omã.

A missão naval da União Europeia informou que embarcações comerciais relataram comunicações de alerta atribuídas à Guarda Revolucionária do Irã.

Até o momento, não houve anúncio oficial de bloqueio do estreito, mas o aumento do risco já provoca impacto nos mercados internacionais. Analistas apontam que a continuidade do conflito pode elevar os preços futuros do petróleo, com reflexos diretos na inflação global.

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Escalada militar no Golfo

O Comando Central das Forças Armadas dos EUA (Centcom) informou ainda que uma embarcação de guerra iraniana, a corveta Jamaran, teria sido afundada no golfo de Omã. Teerã não comentou o episódio.

Outro grupo naval americano, liderado pelo porta-aviões USS Gerald R. Ford, permanece mobilizado na costa mediterrânea próxima a Israel.

A ampliação das operações militares no Golfo Pérsico reforça a tensão na região e mantém sob alerta governos e mercados internacionais.

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