O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou neste domingo (1º) que a ofensiva militar contra o Irã será ampliada nos próximos dias. Segundo o líder israelense, as forças do país já estariam atuando “no coração de Teerã” e devem intensificar as operações.
A escalada começou no sábado (28), quando Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra alvos estratégicos iranianos. Desde então, o confronto armado elevou a tensão no Oriente Médio e provocou uma série de reações diplomáticas e militares.
Conflito entre Israel e Irã deixa mortos e feridos
De acordo com autoridades iranianas, os bombardeios já resultaram em centenas de mortos e feridos. O Ministério da Educação do Irã informou que, entre as vítimas, estão estudantes atingidas em um ataque aéreo contra uma escola na cidade de Minab, no sul do país.
Em resposta às ações militares, a Guarda Revolucionária Islâmica anunciou o lançamento de ataques contra território israelense e bases militares dos Estados Unidos na região.
Netanyahu reconheceu que a população israelense também enfrenta consequências do conflito. Ele mencionou impactos em cidades como Tel Aviv e Beit Shemesh, classificando o momento como “dias dolorosos” e prestando condolências às famílias das vítimas.
Declarações após reunião com Defesa e inteligência
Em publicação nas redes sociais, Netanyahu afirmou que se reuniu com o ministro da Defesa, o chefe do Estado-Maior e o diretor do Mossad para definir os próximos passos da campanha militar.
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O premiê declarou que autorizou a continuidade das operações e reforçou que Israel está mobilizando todo o potencial das Forças de Defesa para assegurar a segurança nacional.
Aliança com os Estados Unidos
O líder israelense também destacou a cooperação com os Estados Unidos e elogiou o presidente Donald Trump, chamando-o de aliado estratégico. Segundo ele, a parceria militar entre os dois países fortalece a ofensiva contra o regime iraniano.
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