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Soldado dos EUA é preso após lucrar com aposta sobre prisão de Maduro

Um sargento das forças especiais dos EUA é preso por usar informações confidenciais para lucrar em apostas.

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Imagem ilustrativa da notícia Soldado dos EUA é preso após lucrar com aposta sobre prisão de Maduro camera Foto de Nicolás Maduro divulgada pelos EUA após captura. | Reprodução/Redes sociais

A captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro marcou uma das operações militares mais complexas recentes conduzidas pelos Estados Unidos. Realizada na madrugada de 3 de janeiro, em Caracas, a ação batizada de “Operação Absolute Resolve”, foi resultado de meses de planejamento e mobilizou mais de 150 aeronaves, além de forças especiais, drones e inteligência avançada.

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos em um complexo na capital venezuelana e levados sob custódia para os Estados Unidos, onde passaram a responder a acusações ligadas a armas e tráfico de drogas.

Dias após a operação, o caso voltou a ganhar repercussão internacional por um motivo inesperado: a prisão de um militar americano acusado de lucrar com informações sigilosas diretamente ligadas à missão.

O soldado das forças especiais do Exército dos Estados Unidos foi detido após, segundo o Departamento de Justiça (DOJ), utilizar dados confidenciais sobre a operação para realizar apostas online antes que a captura de Maduro se tornasse pública.

O homem preso é Gannon Ken Van Dyke, militar da ativa baseado em Fort Bragg, na Carolina do Norte. De acordo com as investigações, ele teria criado uma conta na plataforma de apostas Polymarket no fim de dezembro de 2025 e passado a apostar em cenários como a saída do ex-presidente venezuelano antes de a informação se tornar pública.

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Segundo o DOJ, Van Dyke investiu mais de US$ 33 mil em apostas, utilizando informações privilegiadas às quais tinha acesso por participar da operação. Com isso, teria obtido ganhos superiores a US$ 400 mil. As autoridades classificaram a conduta como ilegal, destacando que o uso de informações governamentais confidenciais para benefício próprio configura crime federal.

A investigação também aponta que o militar teria tentado ocultar sua identidade e o rastreamento das transações. Ele agora responde por acusações que incluem fraude e uso indevido de informação sigilosa, podendo enfrentar penas severas caso seja condenado.

Em nota, a plataforma Polymarket informou que identificou movimentações suspeitas e encaminhou o caso às autoridades, colaborando com as investigações.

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