A polícia indiana disse ter matado nesta sexta-feira o principal suspeito de uma sabotagem em maio das ferrovias que levou a um acidente de trem e a morte de 148 pessoas no estado indiano de Bengala. "Umakanta Mahato foi baleado esta madrugada durante um confronto nas florestas da região de Jhargram", disse à agência indiana Ians o diretor-geral de Polícia de Bengala, Bhupinder Singh. Mahato, simpatizante maoísta, liderava o Comitê Popular contra as Atrocidades Policiais (PCPA, na), ao que a polícia atribui a sabotagem que causou o descarrilamento do expresso Gyaneshwari, que causou a morte de 148 pessoas e ferimentos a umas 125 mais. O tiroteio entre o líder afim aos insurgentes maoístas e as forças da Polícia começou à 1h30 (hora local, 17h da quinta-feira em Brasília) no distrito bengali de Midnapur Oeste, e durou cerca de cinco horas. Mahato estava com paradeiro desconhecido desde o dia 28 de maio, quando aconteceu a sabotagem da via. O expresso, que se dirigia para Mumbai (oeste), descarrilou, e um trem de mercadorias que chegava em direção contrária bateu em vários dos vagões. (Terra)
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