Um atentado no aeroporto de Mogadíscio, capital da Somália, deixou um saldo de dez pessoas, sendo cinco terroristas, dois soldados e três civis.
O grupo radical Al Shabab, ligado à Al Qaeda, assumiu a autoria do atentado ao postar mensagem em seu site, explicando que o ataque era dirigido contra as forças da Amisom, compostas por soldados de Uganda e Burundi, que respaldam o Governo Federal de Transição.
O governo desmente a informação divulgada pelo próprio grupo terrorista, de que forças especialmente treinadas" da milícia realizaram o atentado múltiplo, entraram no aeroporto e mataram "dúzias" de soldados e funcionários de segurança que estavam reunidos no terminal aéreo.
No a versão divulgada por Said Abdirahman Omar Osman, ministro de Informação somali, dois veículos se aproximaram da porta do aeroporto, com um deles explodindo no primeiro posto de controle, enquanto quatro suicidas saíram do segundo veículo atirando à revelia, forçando a passagem e explodindo outra bomba na segunda porta.
"Nenhum dos terroristas suicidas chegou aos edifícios do aeroporto, mas dois soldados ugandenses da Amisom e três civis perderam a vida no ataque", detalha Osman na nota, que indica que também ficaram feridos um policial somali e outros três soldados das tropas africanas.
O porta-voz militar da Amisom, o comandante ugandense Barigye Ba-Hoku, confirmou à Efe que o ataque aconteceu às 14h15 local (8h15 em Brasília) e que dois soldados das forças africanas foram mortos, assim como os cinco autores, que, segundo ele, chegaram a menos de 500 metros do edifício do terminal aéreo.
(Diário Online)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar