O Fundo Monetário Internacional (FMI) declarou hoje (8) que apóia a retirada dos pacotes de estímulo já aprovados na crise e prudência fiscal. O objetivo seria evitar os excessos na América do Sul.
O economista-chefe do FMI para a América Latina, Nicolás Eyzaguirre, destacou ainda o forte ritmo de crescimento dos países da América do Sul, como o Brasil, que pode crescer 7,5% este ano, liderando o grupo.
Eyzaguirre mencionou também que a forte recuperação da demanda doméstica foi um fator positivo este ano, mas insistiu que precisa ser "moderada" a fim de evitar problemas como a inflação.
(DOL, com informações da EFE)
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