O dissidente chinês Liu Xiaobo, que está preso há dois anos e que foi laureado com o Nobel da Paz na sexta-feira, dedicou ontem (10) o prêmio às centenas de ativistas mortos por militares no histórico protesto de 4 de junho de 1989, na Praça da Paz Celestial, em Pequim. A homenagem foi relatada por Lia Xia, mulher de Liu. (Folhapress)
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