Depois da Copa, o mundo pareceu livrar-se das vuvuzelas. Em Copiapó, que já comemora a libertação dos 33 mineiros presos, os instrumentos infernais voltaram com tudo. A 2 pesos (R$ 7), ambulantes também vendiam sobras de bandeiras chilenas impressas para os festejos do bicentenário da Independência do país, em setembro passado.
Com um pincel atômico, escreveram em todas “Estam bem no refúgio os 33’’, o texto do primeiro bilhete enviado para a superfície.
A praça central de Copiapó, bem cuidada, florida, limitada por árvores centenárias, preparava-se para a festa de encerramento dos trabalhos de resgate. Durante todo o dia, um telão transmitia ao vivo os trabalhos na mina.(Folhapress)
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