Os países do G20, reunidos na Coreia do Sul, acordaram neste sábado (23) a maior reforma já adotada sobre a governança do Fundo Monetário Internacional, equilibrando-a em benefício das potências emergentes, entre elas o Brasil.
"Trata-se da reforma mais importante já adotada da governança do FMI", declarou o diretor-gerente do organismo, Dominique Strauss-Kahn, qualificando-a como um "acordo histórico".
Esta reforma, de acordo com os objetivos fixados durante o G20 de Pittsburgh (Estados Unidos) em setembro de 2009, aumenta o capital da instituição, os assentos dos países emergentes no Conselho de Administração e amplia suas atribuições quanto à vigilância das políticas monetárias dos Estados.
Prevê ainda uma transferência das cotas de participação em benefício dos países emergentes de 5%, que passa dos Estados sobrerepresentados para aqueles com pouca representação. (Eband)
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