Os protestos contra o governo francês custam à economia até 400 milhões de euros por dia, revelou hoje a própria administração local. O Parlamento francês deve votar nesta semana a versão final da controversa reforma previdenciária, que tem sido o alvo das manifestações dos trabalhadores. O principal complexo portuário do país, Fos-Lavera, estava novamente bloqueado por portuários em greve, interrompendo o abastecimento em um importante oleoduto no sul da Europa.
Com os trabalhadores de refinarias em greve também parando a produção de produtos derivados de petróleo, o país sofre com a falta de gasolina e diesel. Cerca de 25% dos 12.300 portos franceses estão com falta de combustível. Hoje, 38 navios-tanque que transportam petróleo, 19 que transportam produtos refinados, 12 com gás e sete com produtos químicos estavam esperando no Mar Mediterrâneo a reabertura do complexo portuário. (Agência Estado)
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