O irmão do comerciante José Roberto de Lima Ataíde, de 42 anos, morto em fevereiro de 2010, durante um suposto assalto, procurou a redação do DIÁRIO ONLINE para denunciar a falta de providências da polícia para encontrar os responsáveis pelo crime.
'Beto do Açaí', como era conhecido pela vizinhança, foi assassinado com dois tiros na cabeça e um no pescoço, por volta das 9h do dia 28 de fevereiro deste ano, dentro da estância da qual era proprietário, localizada na esquina da rua Fernando Guilhon, com a Generalíssimo Deodoro.
Uma moto parou em frente ao portão do comércio da vítima e um homem que estava no banco do carona desceu, anunciando o assalto. Ele atirou no comerciante, sem que houvesse reação e depois fugiu sem levar nada. A esposa da vítima presenciou a execução.
Para apurar o misterioso caso, um inquérito foi instaurado na Seccional da Cremação, mas segundo informações do irmão da vítima, passados 8 meses, a polícia ainda não encontrou explicações para o assassinato e ninguém foi preso.
Na época, um padrinho da vítima levantou uma hipótese que poderia ajudar a polícia a desvendar o assassinato. Ele informou que'Beto' teria cobrado uma dívida de R$ 600,00, referente a um empréstimo feito a um homem, o qual trabalhava na obra de macrodrenagem do canal da Quintino.
O irmão da vítima afirmou que assiduamente procura o delegado Marco Antonio Duarte, responsável pelo caso, em busca de novas informações sobre o paradeiro dos responsáveis pela morte de José Roberto, porém, até agora a polícia não teria dado andamento às investigações.
Procurado pela reportagem, o delegado Duarte, afirmou que as investigações estão sendo feitas, mas a falta de testemunhas dificulta a localização dos culpados. “O inquérito investigativo já passou pelo judiciário e voltou para a diligência. Mas não é fácil desvendar um homicídio, isso leva tempo”, declarou. (DOL)
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