Um laser que libera pulsos intensos ultracurtos de raios-X é capaz de gerar imagens de vírus intactos, organismos unicelulares e bactérias, fornecendo a cientistas uma ferramenta revolucionária, destaca um artigo publicado na edição desta quarta-feira da revista científica Nature.
A técnica, que utiliza um chamado laser de elétron livre, na Universidade de Stanford, na Califórnia, foi testada no mimivírus, o maior vírus conhecido do mundo, que infecta amebas.
Segundo o artigo, a fotografia é o primeiro passo para estudar moléculas, vírus e micróbios vivos em nanoescala e em tempo real.
Os métodos existentes para o uso de microscópios de elétrons exigem que os biólogos cortem ou congelem a amostra antes de fazer imagens dela. (eBAND)
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