O governo cubano anunciou nesta sexta-feira a libertação, de dois dos 11 dissidentes que permanecem detidos, apesar de um acordo entre o presidente Raúl Castro e a Igreja Católica.
Angel Juan Moya e Guido Amaya serão soltos em breve. As informações foram confirmadas pelo arcebispo de Havana.
Segundo o governo, Moya poderá continuar em Cuba, mas Amaya deve ir para os Estados Unidos.
No ano passado, o presidente Raúl Castro prometeu libertar 52 dissidentes listados pela Anistia Internacional. Desde julho, 41 deles foram soltos e a maioria migrou para a Espanha com seus familiares.
Após as libertações, nove dos 75 dissidentes continuarão presos. Eles foram condenados a penas de entre 6 e 28 anos. (eBAND)
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