Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com os nossos Termos de Uso e Política de Privacidade e, ao continuar navegando neste site, você declara estar ciente dessas condições.
Japão: Imperador visita área devastada por tsunami
O imperador japonês, Akihito, esteve hoje na região devastada pela catástrofe de 11 de março pela primeira vez. Em Asahi, que registrou 13 mortes e teve 3 mil residências danificadas, Akihito foi a um terreno onde antes da tragédia havia uma casa e vis
quinta-feira, 14/04/2011, 21:27
- Atualizado 25/04/2019, 20:39
- Autor:
O imperador japonês, Akihito, esteve hoje na região devastada pela catástrofe de 11 de março pela primeira vez. Em Asahi, que registrou 13 mortes e teve 3 mil residências danificadas, Akihito foi a um terreno onde antes da tragédia havia uma casa e visitou dois centros de ajuda para desabrigados.
Depois de uma breve trégua política, a oposição ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, passou hoje a exigir sua renúncia, acusando-o de falta de habilidade em lidar com a catástrofe e a posterior crise nuclear. "Chegou a hora de (Kan) decidir se vai ou se fica", disse Sadakazu Tanigaki, líder do Partido Liberal Democrático.
O número oficial de mortos subiu hoje para 13.439 e o de desaparecidos chega a 14.867, segundo a emissora pública de televisão NHK. Também hoje equipes de resgate iniciaram uma operação de busca no raio de 10 quilômetros da central nuclear de Fukushima, no Japão.
As autoridades japonesas estimam que até mil corpos de vítimas do terremoto seguido de tsunami de 11 de março possam ser localizados. Hoje, dez cadáveres foram encontrados, segundo informou a TV japonesa NHK. Usando máscaras e trajes antirradiação, os mais de 300 policiais e bombeiros encontraram os corpos dentro de carros e debaixo de escombros. (Agência Estado)
Imperador japonês visita área devastada por tsunami
Por
O imperador japonês, Akihito, esteve hoje na região devastada pela catástrofe de 11 de março pela primeira vez. Em Asahi, que registrou 13 mortes e teve 3 mil residências danificadas, Akihito foi a um terreno onde antes da tragédia havia uma casa e visitou dois centros de ajuda para desabrigados.
Depois de uma breve trégua política, a oposição ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, passou hoje a exigir sua renúncia, acusando-o de falta de habilidade em lidar com a catástrofe e a posterior crise nuclear. "Chegou a hora de (Kan) decidir se vai ou se fica", disse Sadakazu Tanigaki, líder do Partido Liberal Democrático.
O número oficial de mortos subiu hoje para 13.439 e o de desaparecidos chega a 14.867, segundo a emissora pública de televisão NHK. Também hoje equipes de resgate iniciaram uma operação de busca no raio de 10 quilômetros da central nuclear de Fukushima, no Japão.
As autoridades japonesas estimam que até mil corpos de vítimas do terremoto seguido de tsunami de 11 de março possam ser localizados. Hoje, dez cadáveres foram encontrados, segundo informou a TV japonesa NHK. Usando máscaras e trajes antirradiação, os mais de 300 policiais e bombeiros encontraram os corpos dentro de carros e debaixo de escombros. As informações são da Associated Press.
fonte: Agência Estado
VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Quer receber mais notícias como essa?
Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor
Conteúdo Relacionado
0 Comentário(s)
IMPORTANTE: Os comentários não representam a opinião do Diário Online. Os textos escritos são de inteira responsabilidade dos autores.
Comentar