plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 27°
cotação atual R$


home
MUNDO NOTÍCIAS

Três ativistas morrem em protestos no Iêmen

Forças de segurança apoiadas por unidades do exército abriram fogo hoje contra manifestantes que pediam a deposição do presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, matando três pessoas, segundo um representante de oposição. No total, dezenas de milhares de ma

twitter Google News

Forças de segurança apoiadas por unidades do exército abriram fogo hoje contra manifestantes que pediam a deposição do presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, matando três pessoas, segundo um representante de oposição. No total, dezenas de milhares de manifestantes se mobilizaram em diversas cidades e vilarejos, de acordo com ativistas. Trata-se da mais recente demonstração de insatisfação, em protestos que vêm sendo realizados diariamente contra Saleh há quase três meses.

Um rebelde foi morto no porto de Hodeida, no oeste do país, e outros dois na cidade de Taiz, ao Sul, quando as forças de elite da Guarda Republicana tentaram dispersar os manifestantes atirando para o alto, de acordo com o ativista Nouh al-Wafi. Estima-se que mais de 140 pessoas tenham sido mortas pela repressão do governo desde o início da onda de protestos.

O ativista Bushra al-Maktari, em Taiz, disse que insurgentes jovens se mobilizaram até a principal rua da cidade, onde montaram barracas e expandiram uma manifestação pacífica que começou em 11 de fevereiro. Na cidade sulista de Aden, milhares de pessoas marcharam contra Saleh e pediram a libertação de presos.

Um acordo avançava para que Saleh deixasse o poder - negociado pelo Conselho de Cooperação do Golfo -, mas parece agora perto do colapso, pois o presidente afirmou neste fim de semana que pedirá a seus assessores que assinem, e não o fará ele mesmo. O impasse resultante ameaça mergulhar a nação instável num mar de desordem ainda mais profundo.

A mediação do plano de acordo parecia perto do sucesso uma semana atrás, pois tanto a oposição quanto Saleh haviam concordado em assiná-lo, até que o presidente mudou de ideia alguns dias antes da cerimônia de assinatura. O plano faria com que Saleh renunciasse dentro de 30 dias, com a promessa de que ficaria imune a eventuais acusações. Haveria a formação de um governo de unidade que conduziria o país a eleições.

A violenta repressão do governo sobre os manifestantes levou vários comandantes militares, membros do partido de situação e diplomatas a desertar para a oposição, deixando Saleh com opções cada vez menores para governar. O Iêmen, país ao sul da Arábia Saudita, há anos vem enfrentando forte corrupção, um governo central fraco, uma rebelião xiita ao norte, um movimento de secessão ao sul e tem um dos mais ativos braços da Al-Qaeda funcionando em terras remotas. As informações são da Associated Press. ( Agência Estado)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Mundo Notícias

    Leia mais notícias de Mundo Notícias. Clique aqui!