A China revisará os procedimentos de emergência e as normas de construção de centrais nucleares, anunciou nesta segunda-feira o jornal China Daily, quase dois meses depois da catástrofe de Fukushima no Japão.
A aprovação de novos projetos de centrais na China está suspensa desde o terremoto e o tsunami de 11 de março e não será retomada antes da adoção de um plano de segurança nuclear, informa o jornal em língua inglesa. Atualmente, o país é o que mais constrói no mundo usinas no mundo.
"Devemos revisar nossas normas para enfrentar situações complicadas, como a que aconteceu no Japão", declarou o diretor de segurança nuclear do ministério do Meio Ambiente, Liu Hua.
"A lição de Fukushima é que devemos melhorar os procedimentos de emergência, e em particular a coordenação entre agências governamentais", completou.
As autoridades também pretendem instalar geradores elétricos móveis dentro das centrais nucleares para evitar qualquer falha dos circuitos de resfriamento dos reatores, como aconteceu em Fukushima.
Também estudam adotar normas mais rígidas para controlar eventuais inundações e para a construção de muros externos aos reatores. (eBAND)
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