O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu nesta quinta-feira (21) à China que deixe de valorizar o yuan e que continue as reformas econômicas destinadas a mudar seu modelo de crescimento.
O FMI acredita que se Pequim assim proceder, a China e os outros países obterão "benefícios substanciais". Uma nota de rodapé no relatório interno do FMI situou o yuan desvalorizado entre 3% e 23% contra uma cesta de moedas, dependendo da metodologia utilizada para calcular esses valores.
Apesar das recomendações, o FMI destacou o "progresso considerável" que a China tem obtido com seu esforço para melhorar a supervisão e a regulamentação de seu mercado financeiro, bem como para fazer com que este se apoie mais sobre a oferta e a demanda. As informações são da Associated Press.
(Agência Estado)
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