A Síria disse ser "injusta" a resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) pedindo uma ação internacional mais dura contra o país, afirmando que as evidências de que forças de segurança locais mataram e torturaram dissidentes do governo foram baseadas em informações falsas vindas de opositores do atual regime.
Nas palavras do Ministério de Relações Exteriores da Síria, a resolução aprovada ontem pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU foi "preparada antecipadamente por grupos hostis" ao país e baseada num relatório com "informações falsas distribuídas por pessoas de fora da Síria e por órgãos de imprensa desonestos".
O comunicado do ministério foi divulgado pela agência de notícias estatal síria (SANA). As informações são da Associated Press. (Agência Estado)
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