A família do ex-fuzileiro naval norte-americano Amir Hekmati, condenado à morte por espionagem no Irã, divulgou um comunicado em que reclama da falta de informações sobre o caso, meses após um novo julgamento ter sido ordenado, em março. A declaração é de que os familiares têm recebido “poucas e confusas informações” desde então. O comunicado também diz que Amir fará 29 anos neste sábado (28), e que a família espera sua volta em segurança.
Amir Hekmati foi acusado de trabalhar para a CIA e condenado à morte em janeiro deste ano, sendo o primeiro norte-americano a receber uma sentença de morte desde a Revolução Islâmica de 1979 no Irã. Sua família e o governo dos Estados Unidos negaram as acusações.
As informações são da Associated Press.
(Agência Estado)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar