Funcionários do governo de Israel acusam o Egito de violar o tratado de paz de 1979 ao posicionar tanques no deserto do Sinai sem coordenação prévia. Pelo acordo, a porção egípcia do Sinai próxima da fronteira com Israel é considerada uma zona desmilitarizada, mas o governo israelense aceitou abrir exceções recentemente para que o Egito pudesse agir contra milicianos islâmicos na região.
Sob a condição de anonimato, os funcionários israelenses disseram que suas objeções ao posicionamento dos tanques na região foram comunicadas diretamente aos egípcios, assim como transmitidas por mediadores norte-americanos.
O Egito reforçou sua presença militar no Sinai depois de milicianos islâmicos terem atacado um posto do exército em 5 de agosto.
O ataque resultou na morte de 16 soldados egípcios. Israel elogia a repressão aos milicianos, mas alega que o posicionamento de tanques na região deve ser coordenado.Também sob a condição de anonimato, um funcionário do governo egípcio disse ter-se reunido com autoridades israelenses e ouvido as queixas sobre a presença militar no Sinai.O Egito é um dos poucos países da região a manter um tratado de paz com Israel. As informações são da Associated Press.
(Agência Estado)
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