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Estudante brasileiro morre em acidente de avião

O brasileiro Marcelo Rugini, de 24 anos, morreu na última sexta-feira (16) após sofrer um acidente de avião de pequeno porte na localidade de Owls Head, no Estado de Maine, nos Estados Unidos. Natural do pequeno município de Muliterno, com pouco mais de

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O brasileiro Marcelo Rugini, de 24 anos, morreu na última sexta-feira (16) após sofrer um acidente de avião de pequeno porte na localidade de Owls Head, no Estado de Maine, nos Estados Unidos.

Natural do pequeno município de Muliterno, com pouco mais de 1,8 mil habitantes, localizado no norte do Rio Grande do Sul, o rapaz vivia há sete anos nos Estados Unidos, para onde foi estagiar como técnico agrícola pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e acabou cursando a faculdade de agricultura sustentável na Universidade de Maine.

Com uma bolsa de estudos na instituição americana, o gaúcho morava em uma república com outros 20 estudantes e trabalhava em uma fazenda em Nobleboro.

Segundo informações do site internacional Bangor Daily News, a aeronave Cessna 172 bateu em uma caminhonete no momento da decolagem no aeroporto regional de Knox County.

O piloto perdeu o controle e a aeronave caiu em um terreno próximo ao local. Na queda, o avião explodiu e, além de Marcelo, morreram os colegas David Cheney, 22, e William Hannigan III, 24.

O pai da vítima, Armando Rugini, contou que o filho e os amigos costumavam passear de avião pela região, pois um deles era piloto.

INVESTIGAÇÃO

A polícia ainda não sabe quem estava pilotando o monomotor e a FAA (Federal Aviation Administration), juntamente com a NTSB (National Transportation Safety Board), investigam as causas do acidente.

Marcelo falou com a família um dia antes do acidente. A mãe, Maria de Lurdes, ficou surpresa com a ligação, já que o filho costumava entrar em contato aos domingos.

"Ele ligou apenas para saber como todo mundo estava, perguntou sobre mim, sobre a irmã e sobre a comunidade", afirmou ela. "Não que tivesse algum problema ele ligar, mas não era comum. Foi um pressentimento dele, não teve outra explicação", disse o pai.

(Lorenna Montenegro/DOL com informações do Portal Terra e jornal Zero Hora)

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