plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 27°
cotação atual R$


home
MUNDO NOTÍCIAS

Trabalho liga cratera à extinção dos dinossauros

É fato sabido que os mamíferos só conseguiram “dominar o mundo” depois que os dinossauros foram “aposentados” dessa função. E que a extinção dos dinossauros está associada a um período cataclísmico da história da Terra, conhecido como a “fronteira do C

twitter Google News

É fato sabido que os mamíferos só conseguiram “dominar o mundo” depois que os dinossauros foram “aposentados” dessa função. E que a extinção dos dinossauros está associada a um período cataclísmico da história da Terra, conhecido como a “fronteira do Cretáceo-Paleógeno”, ocorrido cerca de 65 milhões de anos atrás. A causa exata da morte dos dinos, porém, ainda é tema de grande debate na comunidade científica.

A popular história de que os dinossauros foram exterminados pelo impacto de um grande asteroide é bem mais complexa do que parece. A maioria dos cientistas acredita que isso, sim, foi um fator determinante. Mas há uma série de dúvidas sobre o momento e o local exatos desse impacto; e se ele foi o único ou apenas um entre vários culpados para a grande extinção.

Um estudo publicado na edição desta sexta-feira da Science, junto com o trabalho sobre a evolução dos mamíferos placentários reforça a hipótese predominante, de que a idade da famosa cratera de Chicxulub, no Golfo do México, coincide com a da fronteira do Cretáceo-Paleógeno.

A cratera teria sido formada pelo impacto de um asteroide de 10 km de diâmetro, apontado por muitos cientistas como o evento que decretou a morte dos dinossauros - ainda que outros fatores, como atividades vulcânicas, tenham contribuído para a situação caótica do período.

Uma equipe da Universidade Princeton, porém, liderada pela pesquisadora Gerta Keller, defende há anos que o impacto de Chicxulub ocorreu 300 mil anos antes da fronteira do Cretáceo-Paleógeno e, portanto, não teria nenhuma relação com a extinção dos dinossauros. Para Gerta, o extermínio foi causado por uma série de erupções vulcânicas ocorridas na região do planalto de Deccan, na Índia.

O novo estudo na Science, liderado por Paul Renne, da Universidade da Califórnia em Berkeley, conclui que as datas da cratera e da fronteira são, sim, compatíveis, com uma margem de incerteza de “apenas” 32 mil anos.

“O impacto de Chicxulub aplicou um golpe decisivo em ecossistemas que já estavam criticamente estressados”, escrevem os autores. Eles não negam uma possível influência das erupções de Deccan, mas dizem que a datação delas ainda é incerta. Gerta disse ao jornal de O Estado de S. Paulo, por e-mail, que o trabalho de Renne “falha miseravelmente” em seus argumentos científicos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

(AE)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Mundo Notícias

    Leia mais notícias de Mundo Notícias. Clique aqui!