O Papa Francisco I terá desafios pela frente. Um dos principais é a estagnação no número de católicos, bem como a queda no número de padres. Enquanto isso, o avança o número de igrejas evangélicas, sobretudo na América Latina e na África.
O pontífice assume o Vaticano com a situação financeira da Igreja inspirando cuidados: além de escândalos envolvendo o Banco do Vaticano, alguns países europeus passaram a cobrar impostos de imóveis não religiosos da Igreja. Gastos com indenizações por abusos sexuais também ameaçam as finanças católicas.
Com os casos de denúncias de abusos sexuais de padres contra menores, o novo papa terá que reconstruir a confiança sobre a Igreja Católica.
O novo papa terá como tarefa dar sequência à punição dos criminosos e garantir que as mudanças introduzidas por Bento 16 sejam implementadas.
A promoção das mulheres dentro da instituição é outro desafio. As mulheres ascenderam na igreja, mas espera-se que isso se aprofunde, já que Bento XVI rejeitou a ordenação de mulheres .
O sucessor de Bento 16 terá ainda o desafio de dialogar com o islã, que avança na Ásia e na África, em locais onde o catolicismo tem uma grande base de fiéis.
(DOL)
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