Na manhã deste sábado (19), o governo da Ucrânia acusou os rebeldes pró-Rússia de tentar destruir as evidências de "crimes internacionais" no local da queda do avião da Malaysia Airlines.
O governo ucraniano disse que os separatistas estavam impedindo o início das investigações de representantes internacionais e de seus especialistas e, em comunicado, afirmou que "os terroristas" retiraram 38 corpos do local, que teriam sido levados a um necrotério na cidade de Donetsk, controlada por rebeldes. Os separatistas estariam tentando transportar os destroços do avião para a Rússia.
Mais cedo no sábado, uma equipe de 25 observadores internacionais disse que separatistas limitaram o acesso aos destroços da aeronave. Um porta voz da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) disse na sexta-feira que homens armados realizavam a segurança da área, e um deles atirava para o ar.
Na quinta-feira (17) Separatistas haviam garantido que permitiriam o acesso de investigadores internacionais à área da queda do avião, segundo a OSCE.
(DOL, com informações da BBC Brasil)
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