Para tentar conter o surto de ebola que já matou mais de 600 pessoas no oeste da África, a Libéria fechou suas fronteiras terrestres nesta segunda-feira (28), além de restringir eventos públicos e colocar de quarentena comunidades atingidas pela doença.
Apenas cinco pontos de saída e entrada do país permanecem abertos, entre eles o aeroporto James Spriggs Payne, na capital Monróvia, e o aeroporto internacional Roberts, a 50 quilômetros da cidade. Nesses locais, centros de prevenção e de testes serão montados para controlar viajantes.
O surto já atinge profissionais de saúde que trabalham para conter a doença. Em mesmo de uma semana, três agentes de saúde foram infectados pelo ebola na Libéria. Um médico americano e uma missionária americana estão entre ele.
No sábado um médico liberiano morreu em Monróvia com o vírus. Além disso, em Serra Leoa, o médico que liderava o combate ao ebola, Sheik Umar Khan, também foi infectado. Segundo o vice-presidente da organização samaritana para qual os americanos trabalhavam, Ken Isaacs, o fato de agentes de saúde serem infectados revela a gravidade do surto que atinge a África Ocidental.
(DOL, com informações da Deustche Welle)
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