A Argentina e a China vão reforçar a cooperação bilateral. Os chineses vão construir a quarta central nuclear do país sul-americano e um observatório espacial integrado ao seu programa de exploração lunar. O governo argentino informou ter assinado, nesta quarta-feira (3), acordo para a participação chinesa na construção da central nuclear, estimada em US$ 2 bilhões.
Sem detalhes, as autoridades argentinas adiantaram que a Empresa Nuclear Nacional Chinesa vai dar “apoio técnico, de serviços e equipamentos”, conforme acordo assinado em Pequim com a Nucleoelectrica Argentina.
A Argentina depende do gás natural e petróleo para o seu consumo de energia. A área nuclear representa cerca de 10% da produção de eletricidade. O país tem três centrais - Atucha 1 (335 MW) e Atucha 2 (745 MW), situadas a 60 quilômetros de Buenos Aires, e a de Embalse (600 MW), perto de Córdoba.
Programa espacial chinês
A China vai colocar este ano, pela primeira vez, uma sonda em torno da Lua, para a regressar depois à Terra. O programa espacial chinês, dirigido pelos militares, prevê também a instalação de uma estação permanente em órbita antes de 2020, para, em seguida, enviar um homem à Lua.
Fontes oficiais já tinham adiantado em 2012 que a China previa extrair amostras de Marte antes de 2030.
(DOL, com informações da Agência Brasil)
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