A justiça do Irã deu o prazo de um mês para o governo proibir os aplicativos de comunicação gratuitos, depois de mensagens consideradas insultantes ao fundador da República Islâmica, aiatolá Ruhollah Khomeini. A informação foi divulgada neste sábado (20), pela imprensa local.
"Depois da ordem dada pelo chefe do poder judiciário, vocês têm um mês para adotar as medidas técnicas com o objetivo de proibir e controlar as redes", escreveu Gholamhossein Mohseni-Ejeie.
As autoridades já censuram o Facebook, o Twitter e o Youtube, e monitoram outros sites de caráter político ou sexual.
(DOL com informações do portal Band)
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