Após a morte de dois terroristas, durante uma operação conjunta da polícia da França, o governo francês decretou o fim das operações. Seis pessoas foram feitas reféns em uma mercearia judaica na região sul de Paris nesta sexta-feira (9). Inicialmente, havia sido divulgado que dois dos reféns teriam sido mortos, mas o governo francês negou esta informação, segundo o correspondente da Band em Paris, Milton Blay.
Duas pessoas são suspeitas de comandar este ataque: um homem de 26 anos e a namorada dele. O agressor seria o mesmo que matou uma policial em Montrouge, ao sul de Paris, na quinta-feira. Ele usava colete a prova de balas e disparou contra a agente e também contra um funcionário de limpeza. Segundo a agência de notícias AFP, o sequestrador conhece um dos irmãos terroristas.
O homem foi morto após trocar tiros com a polícia. Ainda não há informações sobre a mulher envolvida na ação.
Dois policiais ficaram feridos durante a operação. Os reféns foram libertados, mas, até as 14h50 (horário de Brasília), não havia informações sobre o estado de saúde das vítimas. Um dos reféns teria sido levado ao hospital.
Na cidade de Dammartin-en-Goële - a 45 quilômetros ao norte de Paris - a polícia francesa cercou uma fábrica onde estavam os dois irmão terroristas que atacaram a revista na última quarta-feira. Eles mantinham uma pessoa refém no local.
Os terroristas trocaram tiros com os policiais na manhã de hoje, e teriam buscado refúgio na fábrica. No dia anterior, eles teriam telefonado para a polícia francesa e dito que preferiam "morrer como mártires".
Os dois jihadistas foram mortos ao deixar a gráfica atirando contra a polícia, de acordo com autoridades locais.
(DOL com informações d o portal Band)
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