Cientistas da Universidade do Nebrasca, teriam coletado amostras de tecido da garganta de 92 pessoas, para analisar quais vírus estavam presentes no local. "Nós encontramos o ATCV-1", comentou James Van Etten, um dos autores do estudo.
O ATCV-1 já era conhecido pela ciência. Porém, eles viviam apenas em algas.
Os pesquisadores fizeram uma bateria de análises para pesquisar possíveis efeitos do vírus sobre a saúde das pessoas, e identificaram uma consequência intrigante: por algum motivo, os indivíduos infectados se saíam um pouco pior nos testes que medem a atenção e a memória.
Para tentar entender por que isso acontecia, os pesquisadores injetaram o ATCV-1 em ratos - nos quais ele provocou exatamente o mesmo efeito.
Os camundongos passaram a ter mais dificuldade em aprender a atravessar um labirinto (e se lembrar do caminho depois).
Não se sabe como o vírus afeta o cérebro, contudo, os pesquisadores acreditam que ele possa alterar a atividade de genes relacionados ao hipocampo, a região cerebral que coordena a formação de memórias.
(DOL com informações do portal Brasil Post)
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