Emily Feeney, de 40 anos, diretora de uma escola preparatória para faculdades de prestígio nos EUA, perdeu o emprego após assediar um aluno de 16 anos, segundo informações publicadas no portal R7. Além de tudo, ela manchou seu currículo profissional. Ela é acusada de enviar dezenas de fotos nuas para um aluno de 16 anos, além de fazer chantagem com o estudante que fazia um curso na Malvern Preparatory School, em Malvern, na Pensilvânia, nordeste dos EUA.
Emily Feeney é casada e tem filhos. De acordo com a denúncia, junto com as imagens, ela enviava textos por mensagens de celular e e-mail. Em um deles, Emily diz: "Se você for pra cama comigo, garanto sua vaga em Harvard. Se não...", avisou, referindo-se a umas das faculdades mais prestigiadas do mundo. O caso foi notícia na imprensa americana. A acusada se recusou a dar entrevista às emissoras de TV.
Emily trabalhava como diretora de "aconselhamento" na Malvern Preparatory School. Ela é também professora de natação. Após as acusações, feitas pelo próprio estudante, Emily acabou presa.
O rapaz diz que a mulher o "perseguiu, assediou e fez chantagens". "Ela também me agarrou à força na saída da escola e forçou para me beijar", conta o rapaz, de acordo com relato do portal de notícias Inquisitr. O aluno contou ainda que "sempre dizia a ela: não estou interessado em você e ponto. Mas ela insistia e dizia que iria me prejudicar caso eu não concordasse em sair com ela". "Ela me disse que tinha 'conexões' e 'pistolões' em Harvard e que poderia me colocar lá. Dependia de mim. Eu teria de sair com ela para conseguir isso. Não uma vez, mas várias", contou o rapaz. "Não topei".
O "não" do estudante não convenceu Emily. A diretora continuou enviando fotos sem roupa para o rapaz. Ela também mandava mensagens a amigos do aluno, imaginando que eles pudessem convencê-lo a sair com ela.
A diretora foi solta sob fiança de cerca de R$ 26 mil. Ela será levada a julgamento em setembro deste ano.
"É um caso claro de abuso de poder entre um adulto de 40 anos e um adolescente de 16", detalhou Tom Hogan, da promotoria do condado de Chester, em entrevista à emissora ABC News.Emily, que foi primeiro colocada de licença e depois demitida da escola preparatória, está sendo acusada de quatro crimes: atentado ao pudor, assédio, contato ilegal com menor e abuso sexual.
(DOL com informações do R7)
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