Militantes do Estado Islâmico afirmaram neste sábado (5) à emissora de rádio islâmica controlada por eles, a al-Bayan, que os dois atiradores envolvidos no massacre da última quarta-feira (2) em um centro comunitário da cidade de San Bernardino, no estado da Califórnia (EUA), eram adeptos do grupo terrorista.
"Rezamos para que Deus os aceite como mártires", disseram. Tashfeen Malik e seu marido, Syed Rizwan Farook, abriram fogo e mataram 14 pessoas durante confraternização no local que oferece programas destinados a deficientes e atende mais de 30 mil pessoas. Além dos mortos, pelo menos 21 ficaram feridos.
Um levantamento com base em dados do Congresso Americano mostra que houve mais de um incidente do gênero por dia no país desde janeiro, incluindo esse último. A classificação oficial de massacre leva em conta apenas casos em que pelo menos quatro pessoas foram mortas. Neste caso, o número de incidentes cai para 39.
Tanto FBI quanto os principais veículos da imprensa norte-americana já começaram a trabalhar com a hipótese de ataque terrorista horas após o massacre.
Tiroteio aconteceu na região de San Bernardino, na Califórnia (EUA) (Reprodução/Twitter)
Vítimas
A polícia americana disse que entre 75 e 80 pessoas estavam no centro comunitário quando os tiros começaram a ser disparados. As identidades das vítimas começaram a ser reveladas pelas autoridades de San Bernardino. A mais nova tinha 26 anos e a mais velha, 60.
(DOL, com informações de Portal IG)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar