Durante entrevista coletiva neste domingo (12), a polícia de Orlando (EUA) confirmou que pelo menos 50 pessoas foram mortas durante o tiroteio em uma boate gay. O suspeito de atirar foi identificado como Omar Saddiqui Mateen, 27 anos, nascido na Flórida.
Segundo a rede de TV CNN, a família do atirador seria do Afeganistão e ele tinha treinamento sobre armas. O presidente dos EUA, Barack Obama, determinou hoje que o governo federal forneça toda a assistência necessária a autoridades locais de Orlando.
O atirador foi morto pelos agentes policiais que invadiram a casa noturna Pulse. Outros 53 feridos foram encaminhados para os hospitais da região. Um policial foi ferido na cabeça pelo atirador, mas, segundo o chefe de polícia, foi salvo pelo capacete que usava. Com a invasão, o chefe de polícia John Mina disse que resgatou 30 pessoas do local.

Foto: reprodução
A polícia classificou o ataque como "incidente terrorista", embora as investigações ainda precisem determinar se foi doméstico ou se teve envolvimento internacional.
A polícia divulgou ainda que o atirador portava um revólver e um rifle, o suspeito portava também um "aparelho suspeito", que teve uma explosão controlada, que não foi mais detalhada durante a entrevista da polícia. A polícia também afirmou que ele fez reféns durante o ataque.
Em sua conta no Facebook, a Pulse postou às 3h (horário de Brasília): "Saiam da Pulse e corram".
Foto: reprodução/ Facebook
O incidente começou por volta das 2h locais. Segundo testemunhas, um homem abriu fogo com uma arma automática. "Por volta das 2h, alguém começou a atirar. As pessoas se jogaram no chão", contou um dos clientes, Ricardo Negron, à Sky News. A testemunha disse ter ouvido disparos contínuos por quase um minuto.
A boate Pulse também fez um post pedindo orações para as vítimas do ataque.

#BREAKING VIDEO: Mass shooting at Pulse night club in Orlando. 20+ victims being treated pic.twitter.com/g6bLM6JP17
— Joel Franco (@OfficialJoelF) 12 de junho de 2016
(Com informações do UOL)
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