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Reportagem lembra busca por 'mães sequestradoras'

O caso de mães sequestradoras que saíram da Dinamarca, país europeu, fugindo dos próprios maridos para não dividirem a guarda dos filhos, foi um dos assuntos do programa Fantástico na noite deste domingo (19). No final do ano passado, o DOL fez publicaçõ

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O caso de mães sequestradoras que saíram da Dinamarca, país europeu, fugindo dos próprios maridos para não dividirem a guarda dos filhos, foi um dos assuntos do programa Fantástico na noite deste domingo (19).

No final do ano passado, o DOL fez publicações de reportagens mostrando que uma delas, Angelina Maalue Avalon Mathieses, esteve com duas crianças na ilha de Mosqueiro, no Pará.

Neste contexto, surgiu uma segunda personagem, Lisbeth Markussen, que também esteve no balneário paraense com três crianças.

A reportagem da TV iniciou mostrando o apelo dos pais, que em vídeo, publicado em rede social, pediram ajuda para encontrar os filhos.

Os homens se basearam nas leis dinamarquesas, que prevê que pais separados devem compartilhar a guarda de filhos.

Os pais se queixaram que as mães não os deixavam ver os filhos de maneira adequada. As mães acusam os pais das crianças de violência e outros abusos.

Laudos psicológicos dos pais e das mães envolvidos nos casos foram comparados. Ao ser ouvida, a advogada das duas mulheres criticou a lei que não impede, que mesmo após denúncias, os pais continuam com o direito de ver os filhos.

BELÉM

Um roteiro iniciado pelas estradas europeias terminou com a chegada de barco a Belém, e em seguida até a ilha de Mosqueiro. No Brasil, Angelina e Lisbeth passaram pelos estados do Acre, Amazonas e Roraima.

Após a lista da Interpol, com o nome das crianças entre as desaparecidas, e das mães como procuradas, a Polícia Federal entrou no caso e deu início as investigações.

Dinheiro enviado por familiares das mulheres, no tempo em que elas estavam desaparecidas, foi o primeiro passo que levou os advogados dos pais e a polícia dinamarquesa ligarem os fatos e descobrir que estavam no Brasil.

Na rede social Facebook, a advogada Luanna Tomaz fez uma postagem onde mostra uma foto de um dos filhos de Angelina com o rosto machucado, prova de que eles seriam vítimas de violência.

ACOMPANHE:

Até o momento, a Polícia Federal não encontrou as mães e as crianças.

Luanna garantiu que já entrou com ação na Justiça para impedir a prisão da dinamarquesa.

(DOL)

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