Um estudo divulgado pela Academia Americana de Pediatria (AAP) afirma que cerca de 40% das pessoas entre 18 e 29 anos tinham pelo menos uma tatuagem em 2010.
A popularidade do dessa arte é o tema do Revista Brasil, que conversa com o presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia/Seção RJ, Egon Daxbacher.
Ele fala sobre os cuidados e consequências de se fazer uma tatuagem.
Ouça a entrevista completa:
Para Egon, o jovem deve ser bem orientado, até para escolher um estabelecimento adequado na hora de fazer a tatuagem.
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"Para se ter um bom resultado, tem que ter o mínimo de cuidado. Os cuidados iniciais já diminuem muito o risco de ter algum problema local e inestético, afirma Egon.
Dor e cicatrização demorada são alguns dos indícios de que pode haver algo errado com a tatuagem, de acordo com Egon. Se os sintomas persistem, é momento de procurar ajuda médica.
A intervenção também não é indicada para quem já teve queloide.
(Agência Brasil)
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