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Veja a história do mergulhador que ficou com o corpo inchado inexplicavelmente
O mergulhador Alejandro Ramos, conhecido também como “Willy”, virou motivo de pesquisa para os cientistas da Marinha, no Centro Médico Naval, em Lima (Peru). Ele registra um caso inédito na história do mergulho: há quatro anos, minutos após ter emergido d
quarta-feira, 21/02/2018, 20:04
- Atualizado 21/02/2018, 20:24
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O mergulhador Alejandro Ramos, conhecido também como “Willy”, virou motivo de pesquisa para os cientistas da Marinha, no Centro Médico Naval, em Lima (Peru). Ele registra um caso inédito na história do mergulho: há quatro anos, minutos após ter emergido da água, o corpo dele começou a inchar inexplicavelmente.
ACIDENTE
“Willy” tem a atividade como profissão e acredita que o inchaço seja resultado de uma sequela de um acidente de trabalho no fim de 2013, quando mergulhou a mais de 30 metros de profundidade em busca de mexilhões presos e barrancos submarinos.
Uma lancha tinha se aproximado da embarcação de Willy, em que o filho dele e um colega o esperavam. A hélice do barco rompeu e a mangueira obrigou o mergulhador a subir 36 metros de uma só vez.
(Foto: Reprodução/BBC)
Mas a regra é que um mergulhador suba por etapas, com paradas de tempos em tempos, já que a subida rápida pode gerar bolhas de nitrogênio grandes demais: "Quando mergulhamos, estamos a uma pressão maior, o que faz com que o ar e o oxigênio sofram mudanças físicas", explica Raúl Alejandro Aguado, médico subaquático do Centro Médico Naval.
RESULTADO
Ele chegou a buscar uma cura para o inchaço nos primeiros meses após o acidente, mas sem sucesso já que não conseguiu pagar por ela por muito tempo. Já que o processo dos exames são feitos em uma parte do corpo por vez; só o ombro custa R$ 488.
Atualmente ele aproveita os dias livres dados pelos médicos para aproveitar a família, onde passeia pelo porto e relembra os velhos tempos.
(Com informações da BBC)
O mergulhador Alejandro Ramos, conhecido também como “Willy”, virou motivo de pesquisa para os cientistas da Marinha, no Centro Médico Naval, em Lima (Peru). Ele registra um caso inédito na história do mergulho: há quatro anos, minutos após ter emergido da água, o corpo dele começou a inchar inexplicavelmente.
“Willy” tem a atividade como profissão e acredita que o inchaço seja resultado de uma sequela de um acidente de trabalho no fim de 2013, quando mergulhou a mais de 30 metros de profundidade em busca de mexilhões presos e barrancos submarinos.
Uma lancha tinha se aproximado da embarcação de Willy, em que o filho dele e um colega o esperavam. A hélice do barco rompeu e a mangueira obrigou o mergulhador a subir 36 metros de uma só vez. Mas a regra é que um mergulhador suba por etapas, com paradas de tempos em tempos, já que a subida rápida pode gerar bolhas de nitrogênio grandes demais:
"Quando mergulhamos, estamos a uma pressão maior, o que faz com que o ar e o oxigênio sofram mudanças físicas", explica Raúl Alejandro Aguado, médico subaquático do Centro Médico Naval.
Ele chegou a buscar uma cura para o inchaço nos primeiros meses após o acidente, mas sem sucesso já que não conseguiu pagar por ela por muito tempo. Já que o processo dos exames são feitos em uma parte do corpo por vez; só o ombro custa R$ 488.
Atualmente ele aproveita os dias livres dados pelos médicos para aproveitar a família, onde passeia pelo porto e relembra os velhos tempos.
<p>(Com informações da BBC)
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