A população de Marituba, na Grande Belém, irão se reunir na tarde desta quinta-feira (6) com representantes do Ministério Público do Pará (MPPA) para discutir o destino do aterro sanitário localizado no município. Um grupo de moradores se reuniu na entrada do espaço durante a noite de ontem e a madrugada de hoje para protestar pelo fim das atividades no local.
Eles acamparam desde o início da noite, por volta das 18h, e permaneceram até as 3h da manhã. Equipes da polícia militar estiveram no local para acompanhar e manter a segurança dos representantes. O acampamento é para cobrar soluções ambientais da empresa.


De acordo com Hélio Oliveira, participante do Comitê e Cidadania e resistência de Marituba, uma nota onde a empresa apresentava os riscos danos e impactos ambientais foi apresentada aos moradores, o que gerou um grande temor.
Os representantes dizem que o aterro precisa de um acompanhamento diário, de contenções para evitar danos ao meio ambiente e a população, tendo em vista que esses estão em alerta permanente. Hélio afirma também que, alguns moradores do entorno da área já sofrem com doenças de pele e respiratórias.
Uma reunião com as três prefeituras de Belém, Ananindeua e Marituba, Semas e Ministério Público de Marituba com a promotora Ana Maria Magalhães e moradores está marcada para hoje, às 12h. O objetivo é saber os riscos reais que a nota apresentada quis dizer e quais procedimentos a empresa responsável irá realizar para evitar danos aos moradores e ao meio ambiente.
(DOL)
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