Grande parte das lojas especializadas do comércio da Grande Belém já vende produtos da chamada moda praia. Pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese/PA) de 24 a 27 de junho mostram altas generalizadas nos preços em comparação com o mesmo período do ano passado, com reajustes em muitos casos superiores à inflação, estimada em torno de 5% para os últimos 12 meses. Grande parte dos produtos teve reajuste de aproximadamente 10%.
Os maiores aumentos foram no vestuário. Os biquínis, por exemplo, podem ser encontrados de todos os tamanhos, cores e formas e com preços variados, sendo que em muitas lojas são comercializados em peças separadas (parte de cima e de baixo) e com preços diferenciados.
Os completos oscilam entre R$ 40 e R$ 90 nas lojas do Centro Comercial de Belém, em alguns magazines e no mercado popular.
Nas grandes lojas do Comércio, magazines, lojas de grife e shoppings centers, os biquínis podem ser encontrados com preços variando entre R$ 50 até mais de R$ 300, dependendo do local da compra e da marca.
Os maiôs seguem praticamente o mesmo comportamento, com preços que variam entre R$ 50 até R$ 300, também dependendo do local de compra e da marca. Já as sungas masculinas podem ser encontradas entre R$ 25 a R$ 60 no mercado popular e alguns magazines e de R$ 40 a 200 em lojas mais sofisticadas, dependendo do local de compra.
As saídas de praias (cangas) variam entre R$ 40 e R$ 90. Nas Lojas de grife, uma saída de praia custa entre R$ 85 e R$ 200. No comércio popular podem ser encontradas entre R$ 20 e R$ 50.
VARIADOS
Acessórios como bolsas plásticas, sandálias e óculos de praia estão bastante diversificados e para todos os gostos e também mais caros. As sandálias podem custar entre R$ 20 e R$ 50 e as bolsas plásticas entre R$ 20 e R$ 60.
Os óculos de praia ou esportivos podem ser encontrados com preços girando entre R$ 15 e R$ 200. Para montar o kit verão 2019, somente com as peças de vestuário e acessórios (biquíni ou maiôs), saída de praia, sandália, chapéu, bolsa etc., o consumidor pode comprometer até quase um salário mínimo. Por isso a pesquisa ainda é a arma mais eficiente e poderosa contra os preços altos, principalmente em tempos de crise.
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