plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
FOMENTO

Fundo constitucional de financiamento do norte

Desde que foi criado, ainda na Constituição Federal de 1988, o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) já injetou R$ 46 bilhões através de mais de 700 mil operações de crédito. São números que demonstram, acima de tudo, a relevância que o rec

twitter Google News
Imagem ilustrativa da notícia Fundo constitucional de financiamento do norte camera Irene Almeida

Desde que foi criado, ainda na Constituição Federal de 1988, o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) já injetou R$ 46 bilhões através de mais de 700 mil operações de crédito. São números que demonstram, acima de tudo, a relevância que o recurso sempre apresentou para o desenvolvimento econômico da região, para o aumento da produtividade dos empreendimentos, para a geração de novos postos de trabalho e, consequentemente, para a melhora na distribuição de renda. Ao desenvolver a Amazônia a Instituição participa da sua história e tem como objetivo principal acelerar o seu desenvolvimento sustentável e reduzir as desigualdades intra e inter-regionais no país.

O FNO oferece crédito para o fomento das atividades produtivas no campo e na cidade de todos os portes, do pequeno ao grande empreendedor, desde o pequeno agricultor familiar ao grande produtor rural e também, atende os setores de comércio e serviços, indústrias, turismo, infraestrutura, entre outros. Sempre com a missão de melhorar a qualidade de vida de milhares de famílias, na cidade e no campo, em todos os estados da região.

Mais da metade dos recursos do FNO são resguardados para os segmentos de menor porte, como mini, micro, pequenos negócios e o produtor familiar, frisa Valdecir Tose, Presidente do Banco da Amazônia. Apenas para este ano, quando o fundo completa 30 anos de existência, a previsão é de mais R$ 9 bilhões investidos em prol do desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Responsável por administrar o FNO, o Banco da Amazônia aponta que, deste total previsto para a região neste ano, R$ 2,7 bilhões deverão ser destinados apenas para o estado do Pará. Isolado, este montante já representa um aumento significativo do volume aplicado, visto que em 2018 o montante de recursos para o Estado foi de R$ 1,6 bilhão.

Apesar de também possuir uma carteira comercial voltada para os produtos tradicionais, o Banco tem como objetivo principal atuar com foco no crédito de fomento, através do FNO. Presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose aponta que, neste sentido, a instituição atuou e continua atuando para atender sobretudo aos micro e pequenos negócios. “Ano passado, do total de R$5,3 bilhões que nós aplicamos, 57% foram com os micro e pequenos, ou seja, quem tinha um faturamento abaixo de R$16 milhões ao ano”, detalhou.

Cumprindo o importante papel de aplicar os recursos do fundo na região, o Banco consegue atender, hoje, a todos os 450 municípios do Norte, sem exceção, com o FNO. Ainda assim, segundo aponta o presidente da instituição, a perspectiva é de aproximar ainda mais o crédito dos empreendedores. “Quanto maior o leque de possibilidades para que esse empreendedor chegue ao FNO, melhor”, aponta Valdecir Tose.

INOVAÇÃO

No que se refere a esse objetivo, o Banco já deu início a práticas inovadoras em direção à aproximação do crédito de fomento da população que busca desenvolver o seu negócio na região. “A gente já lançou o nosso microcrédito produtivo orientado de forma digital através do Programa Amazônia Florescer, que é vinculado ao FNO”, aponta o Presidente do Banco. “Hoje o assessor vai até os bairros e o batedor de açaí, o vendedor de tapioca, o feirante podem financiar através do processo digital. Eles nem precisamvir ao Banco”.

A intenção é que, agora, essa possibilidade também seja ampliada para a agricultura familiar e para as micro e pequenas empresas. A proposta é que mesmo uma empresa nova, que ainda não tem nenhum relacionamento com o Banco, possa acessar um aplicativo e iniciar esse relacionamento desde a realização do cadastro até a contratação do FNO, tudo pelo meio digital. “O primeiro passo é abrir o mundo digital para o FNO. Já o objetivo a longo prazo é transformar o crédito do FNO em um crédito mais ágil, mais fácil e que chegue sem tanta burocracia”.

Para que isso ocorra, o Banco vem estudando maneiras de ampliar a sua linha de atuação para além do atendimento presencial nas agências convencionais. Uma das possibilidades apontadas por Valdecir Tose é a criação de outras formas de agências, como uma espécie de ‘agência de negócios’ em que seja possível realizar cadastros, visitas, acompanhamento, venda de produto, abertura de contas, mas que não seja o local em que o empreendedor irá sacar o recurso. “Para sacar, é possível buscar um outro banco parceiro que já tenha agência na região. O Banpará, por exemplo, está em 130 dos 144 municípios, então, porque não atuar em parceria com eles quando o cliente precisar sacar ou pagar o seu FNO?”, exemplifica Valdecir Tose. “Esse é o caminho que a gente vê para o futuro do FNO e para o futuro do Banco da Amazônia, como um banco de fomento que atua em toda a região amazônica”.

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!