A Justiça Federal suspendeu, nesta quinta-feira (26), o último embargo ao novo depósito de resíduos de bauxita da Alunorte (DRS2), no processo criminal, permitindo que a refinaria de alumina retome as atividades de instalação e comissionamento do DRS2 e encerre um período de embargo de 19 meses, que restringiu as atividades da unidade.
"Este é um marco para a Alunorte e contribuirá para nossa agenda rumo a uma Hydro mais rentável e sustentável", diz Hilde Merete Aasheim, Presidente e CEO da Hydro.
A decisão da Justiça Federal de suspender o embargo ao DRS2 sob a ação criminal ocorreu após uma decisão na sexta-feira (20), de suspender o embargo ao DRS2 na ação civil.
“Estamos felizes e ansiosos por retomar as atividades de instalação e comissionamento no depósito de resíduos de bauxita de última geração DRS2, que é a única solução de longo prazo para operações sustentáveis e robustas da Alunorte. Esta é uma boa notícia para nossas equipes que trabalham sempre motivadas, para clientes e para os colaboradores locais, que contribuíram para esse resultado positivo”, afirma John Thuestad, vice-presidente executivo da área de negócios de Bauxita e Alumina.
Os embargos impediram a Alunorte de seguir a transição, originalmente planejada, da antiga área de depósito de resíduos de bauxita (DRS1) para a mais nova área de depósito (DRS2), em combinação com a tecnologia de filtro prensa. O filtro prensa é a mais moderna e sustentável tecnologia, disponível no mundo, para depósitos de resíduos de bauxita.
A construção do DRS2 começou em 2014. Os filtros prensa geram um resíduo com 78% de conteúdo sólido, o que permite o empilhamento por compactação, aumentando a segurança do DRS2 e reduzindo significativamente a área necessária para o descarte.
Vistorias internas e externas, incluindo inspeções de autoridades, confirmaram que não houve vazamento dos Depósitos de Resíduo de Bauxita da Alunorte, durante as chuvas extremas de fevereiro de 2018.
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