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FOLIA

Carnaval: crianças fazem a festa na Estação das Docas

O Bailinho da Estação reuniu os pequenos foliões em um dos principais cartões-postais de Belém, a Estação das Docas, que ficou lotada desde as primeiras horas da tarde até a noite de ontem (25). Com direito a muito brilho, confete e serpentina, o público

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Imagem ilustrativa da notícia Carnaval: crianças fazem a festa na Estação das Docas camera Os pequenos foliões e também os adultos se divertiram ontem ao som das tradicionais marchinhas carnavalescas e outros ritmos no Bailinho da Estação. | Celso Rodrigues/Diário do Pará

O Bailinho da Estação reuniu os pequenos foliões em um dos principais cartões-postais de Belém, a Estação das Docas, que ficou lotada desde as primeiras horas da tarde até a noite de ontem (25). Com direito a muito brilho, confete e serpentina, o público se divertiu ao som das tradicionais marchinhas carnavalescas e outros ritmos comuns nessa época do ano, como o axé.

A festa ocupou o galpão 3 da Estação das Docas. Havia também o camarim infantil, espaço destinado à pintura nos rostos das crianças. A programação foi realizada pelo Governo do Estado e foi inteiramente gratuita.

As fantasias das crianças – e de alguns adultos também – eram um show à parte. Teve até concurso. Entre elas, personagens de filmes, super-heróis e desenhos animados. E para entrar na brincadeira, não existia idade mínima. A pequena Elisa, de apenas 1 ano, estava vestida de Emília, do Sítio do Picapau Amarelo. A mãe dela, a bibliotecária Roseane Amaral, de 41 anos, garante que o primeiro bailinho da menina não será esquecido.

“Sempre gostei de Carnaval, curti bastante essa época. Com ela não vai ser diferente. Escolhi essa fantasia como incentivo à leitura, pois o Sítio é um marco na literatura. Pretendo trazê-la nos próximos anos aqui porque tem animação e segurança”, comentou Roseane, acompanhada do marido.

A bibliotecária também estava com a amiga Valéria Silva, de 39 anos. Ela diz que participa do evento desde que a pequena Maria Clara, hoje com 7 anos, estava na barriga. “É uma festa para a família. É cultural. Me lembra a minha infância e quero passar isso pra ela. Um momento em que a gente pode brincar, se fantasiar”, contou a professora.

A animação e clima de folia contagiou o grupo de amigos da assistente social Aline Rodrigues, de 30 anos. Crianças e adultos capricharam nas fantasias e aproveitaram todas as horas do Bailinho. “É uma oportunidade que temos de vir pra cá pular o Carnaval, que é uma brincadeira sadia. É um ambiente totalmente voltado para a família, onde todo mundo se diverte com segurança, sem assédio, sem criminalidade. Carnaval é isso”, avaliou.

E se é para pular o Carnaval sem limite de idade, a professora Marli dos Anjos, de 68 anos, aproveitou com tudo o que tem direito. “Me fantasiei de bruxinha. Gosto de brilho, de alegria, de confete. Tudo isso que o Carnaval tem para oferecer”, disse.

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