O viaduto do Coqueiro, no KM 4 da rodovia BR-316, ficará interditado parcialmente por 10 dias.
Viaduto do Coqueiro segue interditado após deslizamento de terra
A medida, segundo o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran), é para resguardar a segurança da população depois do deslizamento de terra ocorrido após a forte chuva que caiu na última segunda-feira (9).
Vídeo mostra deslizamento de terra no viaduto do Coqueiro
Desta forma, seguem interditados os dois pontos de acesso ao elevado do Coqueiro, em Ananindeua: nos sentidos João Paulo para rodovia Mário Covas e BR-316 para a Mário Covas.
RETORNO PROVISÓRIO
No entanto, em função da interdição parcial, um retorno provisório foi aberto no KM 5 da BR-316, para atender a demanda de veículos no sentido Ananindeua-Marituba, também prejudicada pelo constante transbordamento do rio Uriboca.
Com o retorno provisório, os condutores poderão acessar a BR-316 pela avenida João Paulo II sem problemas.
Segundo o diretor técnico-operacional do Detran, Bento Gouveia, a interdição parcial do viaduto é necessária para que seja feita a manutenção e recuperação do material de talude do elevado e as ações emergenciais são extremamente importantes para minimizar os impactos no trânsito para a população.
"Nós sabemos do gargalo que é essa entrada e saída da capital, tanto que uma obra está sendo feita justamente para resolvermos esse problema. Enquanto isso, é crucial que o órgão dê uma resposta rápida para as intempestividades que ocorrem, como essa questão da chuva e dos alagamentos. O objetivo é a comodidade e a segurança da população", diz Gouveia, que completa: "A abertura do retorno na BR é uma medida urgente e nós estaremos lá para auxiliar os condutores".
Os agentes de fiscalização do Detran estão em pontos estratégicos da rodovia no trabalho de ordenação do trânsito. Na ocasião, foi realizada intervenção no tráfego, com a permissão do contrafluxo (veículos podendo utilizar os dois sentidos da via) pela rodovia.
As equipes permanecem em rondas na área para avaliar o nível de trafegabilidade e também monitoramento dos alagamentos, que culminem em novas ações de intervenção do órgão na via, de acordo com a necessidade.
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