Na coletiva realizada na última quinta-feira (09), o Governador do Pará, Helder Barbalho (MDB) informou que recebe nesta sexta, a partir das 10h, no Palácio dos Despachos, representantes do Ministério Público do Estado do Pará (MP-PA), do Ministério Público Federal (MPF), do Ministério Público de Contas (MPC), do Tribunal de Contas do Estado (TCE), da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e demais órgãos fiscalizadores que compõem o comitê de compras voltadas às ações de combate ao novo coronavírus.
O secretário de Saúde Pública, Alberto Beltrame, reforçou que todos os atos voltados ao combate da pandemia são divulgados e publicados no Portal da Transparência, e que não há superfaturamento. “Quem imaginar que insumos da área da saúde mantêm preço estável em situação de guerra, não sabe como as coisas funcionam e sempre funcionaram. Uma máscara N95 que custava R$ 3, R$ 4, hoje é oferecida a US$ 10”, explicou.
Helder Barbalho também se manifestou. “À turma da oposição, que está com uma dor de cotovelo, porque queriam que a situação do Pará fosse igual ao do Amazonas, onde só hoje [ontem] foram 10 mortes de um total de 40, e 899 casos confirmados. É o pior cenário de positivados por 100 mil habitantes do país. Nós, no Pará, temos 169 infectados. Não dá para ficar no meio de uma guerra perdendo energia com pessoas que acham que é melhor quanto pior e querem desestabilizar as ações do Governo.”, desabafou.
LANCHES
Já Beltrame esclareceu, ainda, sobre as denúncias relacionadas a superfaturamento para compra de lanches, que tratava-se de um quantitativo destinado a servidores e voluntários atuando em 33 pontos de vacinação em todo o Estado e que recebiam os kits duas vezes por dia. Logo após a transmissão, a Sespa informou, em redes sociais, sobre o contrato, que “mesmo baseado no Painel de Preços do Ministério da Economia, que relaciona compras públicas no território nacional, mostrou inconsistências efoi cancelado”.
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